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Presidente da Associação Meninos do Sol destaca benefício da bebida de soja no combate à desnutrição infantil

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A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) beneficia a Associação Evangélica Meninos do Sol de Rondonópolis com pacotes das bebidas de soja do Agrosolidário. Atualmente, eles atendem cerca de 450 pessoas por mês.

A presidente da instituição, Mendes Solange Lemes da Silva Barbosa, contou que a bebida tem auxiliado na alimentação das famílias e, principalmente, das crianças, muitas das quais se encontram em situação de carência e vulnerabilidade social.

“A bebida nos beneficia muito, pois ajuda no combate à desnutrição, à anemia e suplementa a alimentação das crianças. Muitas delas, às vezes, não querem o almoço. Quando tomam a bebida de manhã, elas ficam satisfeitas até a hora do almoço. Se tomam a bebida no período da tarde, ficam satisfeitas até o jantar”, explicou a presidente.

Uma das beneficiadas das Obras Sociais é Josimara de Oliveira, que tem problemas de saúde e explicou que a bebida de soja é uma ferramenta de suplementação nutricional para ela. Seus 5 filhos e 6 netos também tomam a bebida de soja por meio da instituição.

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“É um complemento que ajuda muito as nossas crianças. Além de ser saborosa, é muito nutritiva e tem contribuído bastante para a alimentação delas. Ela tem sido muito útil, especialmente porque nossas crianças têm problemas de anemia. A bebida tem ajudado muito nesse sentido”, comentou Josimara.

Mendes Solange disse que eles usam a bebida de várias formas, como milkshake e geladinho. Ela contou que tem ajudado muito na suplementação alimentar e que a aceitação delas é excelente.

“A bebida tem sido um grande atrativo para a nossa instituição. Quando as crianças sabem que vai ter bebida, elas vêm em peso para tomar. A bebida tem sido um chamariz, e isso ajuda muito na nossa missão. Também temos o apoio com leite, e a bebida tem sido fundamental para complementar a alimentação”, afirmou a presidente.

Contou ainda que a bebida de soja é especialmente importante nos domingos e nas quartas-feiras, quando as crianças frequentam a instituição e têm a oportunidade de consumir o produto. Além disso, agradeceu a parceria e falou sobre a adesão dos atendidos.

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“Agradecemos imensamente ao Agrosolidário pela parceria. Nossos atendidos gostam muito da bebida, por ser muito saborosa, e ela fica excelente quando preparada geladinha. A bebida é, sem dúvida, de grande importância para nós”, finalizou Mendes.

A Associação beneficia 70 famílias com retirada de verduras semanalmente, oferecendo também aulas de música para 25 crianças. Além disso, nove meninos praticam beach tennis, com apoio de empresários. Nos domingos, atendem entre 60 e 80 crianças, oferecendo recreação, gincanas, contação de histórias e aulas de alfabetização, onde a bebida também é servida. No dia, também servem um almoço comunitário.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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