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Análise: Flamengo tem 37 atletas escalados no Carioca, e aposta de Paulo Sousa na defesa não agrada

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Em seu terceiro jogo à beira do campo no comando do Flamengo, Paulo Sousa seguiu o planejamento de fazer observações e rodar o elenco. Na vitória por 2 a 1 contra o Audax, quinta, em Volta Redonda, ele inovou na formação, e, principalmente no setor ofensivo, teve um retorno negativo.

Ao todo, o Flamengo já utilizou 37 jogadores no Carioca, e nenhum deles atuou em todas as partidas. Contra o Audax, o técnico português escalou a linha de zagueiros com Isla, Léo Pereira e Filipe Luís. Não funcionou da maneira esperada.

Isla não acertou o posicionamento na nova função, foi batido em alguns lances e deixou espaços. Léo Pereira acabou ficando exposto e falhou no lance do gol do Audax. Filipe Luís manteve a qualidade na saída de bola, mas teve dificuldades na marcação, principalmente nas disputas corpo a corpo.

– Tivemos algumas dificuldades, sobretudo o Isla, primeiro porque foi um dos últimos a chegar depois da seleção. Sobre os zagueiros, também temos tido dificuldades em termos numéricos de jogadores frescos que possam jogar. E entendemos por bem que o Isla poderia estar nessa posição – disse Paulo Sousa.

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A torcida mostrou descontentamento com o desempenho do time, com direito a algumas vaias e xingamentos. A melhor notícia da vitória sobre o Audax foi o desempenho de Lázaro como ponta esquerda. Ele criou boas jogadas e levou perigo ao adversário.

A partida foi mais oportunidade de ver Gabigol (que fez um belo gol) e Pedro juntos e tentar dar mais entrosamento para a dupla, que ainda combina poucas jogadas. A melhor foi já perto do fim da partida, quando o camisa 9 serviu, Pedro tocou por cima do goleiro, mas o zagueiro impediu o gol.

A nove dias da Supercopa, contra o Atlético-MG, Paulo Sousa ainda tem problemas para montar o time, como Bruno Henrique, que se recupera de lesão na coxa, mas precisa reduzir os testes e desenhar a formação do que pretende usar na decisão.

– Espero estar o mais próximo possível (de chegar a um 11 ideal), no entanto temos uma final para ganhar. E é nessa que temos de estar centrados para tomar as melhores decisões com os melhores jogadores para obtermos o que pretendemos, que é ganhar – disse o treinador.

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Antes da Supercopa, o Flamengo ainda enfrenta o Nova Iguaçu, no domingo, e o Madureira, na quarta-feira. A equipe termina a quinta rodada na quarta posição, com dez pontos.

FONTE/ REPOST: GE – Globo Esporte 

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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