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Advogado criminalista estreia série de lives sobre Direito de Defesa no Instagram

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A partir da próxima terça-feira, 29, o advogado criminalista Lucas Sá, sócio-fundador do escritório Sá Souza Advogados, dará início a uma série de lives semanais voltadas à reflexão sobre o Direito de Defesa. As transmissões acontecerão sempre às terças-feiras, às 22h, no perfil @lucassacriminal, no Instagram.

De acordo com o advogado, a proposta é abrir um espaço permanente para discutir temas relevantes à advocacia e ao sistema de justiça criminal, sempre sob a ótica da defesa. “Usarei deste espaço para tratar sobre questões relevantes para a advocacia e para o sistema de justiça criminal a partir do ponto de vista da defesa”, afirma Lucas, ao pontuar que o objetivo maior é contribuir com o debate democrático e jurídico.

Além do conteúdo jurídico, todas as lives também terão um propósito social. Em cada encontro, será divulgada a chave-pix do Abrigo João de Deus, instituição dedicada à assistência social, para que os participantes possam contribuir com a manutenção desse serviço tão importante.

Serviço:
Live de estreia: 29/4, às 22h
Perfil: @lucassacriminal

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Vereador Alex Rodrigues apresenta projeto de lei para proteger mulheres de violência sexual em hospitais de Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues apresentou na Câmara Municipal de Cuiabá um Projeto de Lei que estabelece medidas preventivas contra a violência sexual praticada contra mulheres em ambientes hospitalares. A proposta visa garantir que toda paciente tenha o direito de ser acompanhada por uma pessoa de sua confiança em consultas, exames, tratamentos e procedimentos cirúrgicos que envolvam sedação ou exposição do corpo.

Segundo Alex Rodrigues, a iniciativa nasce da necessidade de criar mecanismos de proteção para mulheres que, em situações de vulnerabilidade, especialmente sob efeito de sedativos, ficam mais expostas a riscos de abuso. O texto do projeto determina que hospitais, clínicas, laboratórios, consultórios e postos de saúde, tanto públicos quanto privados, não poderão impedir a presença de um acompanhante escolhido pela paciente.

O direito também vale para cirurgias eletivas, estéticas e exames que exijam sedação. Mesmo quando a equipe de atendimento for composta exclusivamente por profissionais mulheres, a paciente continuará tendo direito ao acompanhante.

Regras especiais para centros cirúrgicos e UTIs

O projeto de Alex Rodrigues também prevê exceções em áreas críticas, como centros cirúrgicos e unidades de terapia intensiva. Nesses casos, e apenas quando houver justificativa técnica relacionada à segurança, o acompanhante deverá ser obrigatoriamente um profissional de saúde. A suspensão temporária da presença do acompanhante só poderá ocorrer se houver interferência negativa no trabalho da equipe médica.

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A proposta estabelece ainda que a paciente deve ser informada previamente sobre o direito ao acompanhamento. Se isso não ocorrer, ela poderá remarcar o procedimento sem prejuízo. Em casos que envolvam sedação ou exposição do corpo, será obrigatório um termo declarando que a paciente tomou ciência dessa garantia.

O vereador também incluiu na proposta a autorização para que o Poder Executivo crie comissões de acompanhamento e fiscalização, responsáveis por monitorar o cumprimento da lei e levantar estatísticas sobre sua efetividade.

Na justificativa do projeto, Alex Rodrigues ressalta que a violência sexual no ambiente hospitalar, embora pouco discutida, é uma realidade preocupante. Situações de anestesia, sedação ou incapacidade momentânea de defesa colocam mulheres em posição de extrema vulnerabilidade, o que exige ações concretas do poder público para garantir segurança, dignidade e proteção.

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