MATO GROSSO
Governo de MT já executou 98% das obras da Zona de Processamento de Exportação de Cáceres
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A informação foi repassada pelo secretário adjunto de Indústria, Comércio e Empreendedorismo, Paulo dos Santos Leite, em audiência da Comissão de Acompanhamento das Metas do 2º Semestre, na Assembleia Legislativa na última quinta-feira (27.04).
Após este processo, a Sedec buscará o alfandegamento junto a Receita Federal para que as empresas possam se instalar e exportar os produtos.
As ZPEs são distritos industriais incentivados, destinados a sediar empresas orientadas para o mercado externo. As empresas que se instalam em ZPE têm acesso a tratamento tributário, cambial e administrativo especiais.
A ZPE de Cáceres deverá ser a terceira do Brasil. Ceará e Piauí também instalaram as Zonas de Processamento de Exportação. O Porto de Pecém (CE) foi o primeiro do país a entrar em operação em 2010 e se tornou um caso de sucesso, desenvolvendo a economia e gerando empregos na região.
O secretário adjunto Paulo Leite explicou que a ZPE de Cáceres foi criada em 1990 por decreto federal, e em 1992 foi criada a administradora da ZPE. O projeto ficou parado por anos, e somente em 2019, na gestão do governador Mauro Mendes, voltou a ganhar corpo.
“Temos uma área de 8 hectares para a área administrativa, Receita Federal, galpão, refeitórios e outros 240 hectares para a instalação das empresas. Temos conversado com muitas empresas que tem demonstrado interesse em se instalar na ZPE”, apontou.
O secretário adjunto ressaltou ainda, durante a audiência, que somente a China tem cerca de 2,5 mil ZPEs e os Estados Unidos mais de mil, enquanto esse modelo ainda está iniciando no Brasil. Por isso, ele destacou, a ZPE de Cáceres vai ser importante para o desenvolvimento do Estado.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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