MATO GROSSO
Polícia Civil prende três criminosas e liberta vítima em Cuiabá
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Um crime extorsão mediante sequestro, em que um vigilante foi mantido refém durante várias horas, foi esclarecido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (11.07). As ações realizadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) resultaram na libertação da vítima e na prisão de três pessoas envolvidas no crime.
A vítima foi levada pelos criminosos durante a fuga após um roubo frustrado, mantida amarrada por várias horas e localizada pelos policiais do GCCO, em uma região de mata no bairro Pedra 90. As diligências contaram com o apoio da equipe da Polícia Militar e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).
Os criminosos tinham a intenção inicial de roubar uma residência no bairro Boa Esperança, em Cuiabá. Como forma de garantir o roubo, sem acionamento da polícia, renderam e mantiveram como refém o vigilante que realizava rondas pelo local.
Com a vítima subjugada, os assaltantes subtraíram, do interior da residência que estava desocupada, diversos objetos de valor, como aparelhos eletrônicos, joias e objetos pessoais, colocados dentro do veículo para fuga. Durante ação, a vizinhança notou a movimentação estranha no local, alarmando os suspeitos, que fugiram do local sem concretizar seu intento, mas levaram o vigilante como refém em seu veículo, um Fiat Doblô.
Após a fuga, com a vítima sob seu poder, passaram a exigir que o vigilante fizesse diversas transferências de valores para uma conta indicada por eles, retirando todos os valores que possuía em suas contas bancárias. Não satisfeitos, os criminosos entraram em contato com a esposa da vítima e exigiram o pagamento de R$ 10 mil para sua libertação.
Para aterrorizar a família, foram encaminhados uma série de áudios e vídeos da vítima, amarrada, clamando por socorro.
Após tomar conhecimento da ocorrência em andamento, equipes da GCCO iniciaram imediatamente as diligências no intuito de localizar e liberar a vítima.
Após algumas horas de buscas, ações operacionais e de inteligência, os policiais da GCCO conseguiram localizar a vítima em uma região de mata no bairro Pedra 90, em Cuiabá.
Durante as diligências realizadas, foi possível identificar e prender três envolvidos no crime. Dois deles foram responsáveis pelo fornecimento e exigência de transferências dos valores para a liberação da vítima, enquanto um terceiro estava com o carro da vítima.
Os suspeitos foram conduzidos à GCCO, onde após serem interrogados pelo delegado Ferdinando Frederico Murta, foram autuados em flagrante pelos crimes de extorsão mediante sequestro e associação criminosa. “Graças à ação rápida das equipes, foi possível prender três dos criminosos envolvidos no crime e, o mais importante, a liberação da vítima com saúde e sem a necessidade do pagamento do resgate exigido”, disse o delegado.
O delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, ressaltou o preparo dos policiais para atender esse tipo de ocorrência de gerenciamento de crise, que por meio de um trabalho operacional e de inteligência, chegou ao bom resultado, com a prisão dos suspeitos e liberação da vítima com a sua integridade física. “Por se tratar de um crime de atribuição da GCCO, será dada continuidade às investigações com objetivo de identificar e prender o restante do grupo criminoso”, destacou.
Fonte: GOV MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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