Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Prefeitura de Sinop homologa licitações para construir duas escolas com investimentos de R$ 13 milhões

Publicados

MATO GROSSO

A prefeitura de Sinop homologou as duas licitações para contratação das empreiteiras que ficarão responsáveis pela construção das escolas do Nico Baracat e do bairro Terra Rica. Cada uma das unidades custará R$ 6,5 milhões, conforme proposta apresentada pela empresa que venceu os dois certames.

A escola do Terra Rica ficará pronta em 540 dias (18 meses), prazo dado para a empreiteira concluir os serviços. A unidade ficará em um terreno com 8 mil metros quadrados, localizado na rua Cianorte. A área construída deve ter pouco mais de 3,1 mil metros quadrados, com 12 salas de aula, sala de professores, secretaria, arquivo e diretoria.

Contará também com sala de profissão 4.0, apoio pedagógico, laboratório de química, sanitários masculino e feminino (também voltados para pessoa com deficiência), estacionamento, casa de gás, quadra poliesportiva coberta, refeitório, e parquinho de areia.

Já a do Nico Baracat terá um bloco educacional que contará com 12 salas de aula, sala de professores, coordenação, arquivo, diretoria, secretaria, laboratório de química, sala de apoio psicopedagógico, hall de entrada e áreas de circulação com corredores. Terá banheiros masculino e feminino, ambos também para pessoa com deficiência, sala de apoio e sala de profissão 4.0.

Leia Também:  Galeria de artes online e game com linguajar cuiabano serão lançados nesta sexta-feira (28)

Contará ainda com uma área de playground (parquinho), com 291,80 metros quadrados, com equipamentos seguros às crianças. Já o estacionamento, terá área superior a 476,8 metros quadrados, desenvolvido para atender todos os usuários, desde cadeirantes, professores e idoso.

O refeitório terá 441,01 metros quadrados de área edificada, contemplando acessibilidade, projeto hidros sanitário, elétrico, sistema de proteção de descargas atmosféricas, combate a incêndio e de gás, de acordo com o memorial descritivo. Este espaço contará com cozinha, despensa de utensílios, despensa de alimentos, depósito de material de limpeza, triagem de alimentos, circulação interna, banheiros, e calçadas.

A quadra poliesportiva abrangerá área construída de 699,5 metros quadrados, com acabamentos de qualidade, visando tornar local atrativo e dinâmico para a comunidade, promovendo o convívio social e a prática de esporte e lazer. Haverá traves de futsal, tabelas para basquete, e conjunto para quadra de vôlei. O pórtico de entrada da escola terá 3,53 metros quadrados de área construída e será instalado um totem com a logo do governo do Estado, com placa em aço inox.

Leia Também:  Setasc capacita técnicos de 50 municípios para acompanhamento de beneficiários do programa SER Família

Recentemente, conforme Só Notícias já informou, a prefeitura de Sinop também abriu procedimento licitatório para construção de quatro unidades escolares em Sinop. As escolas atenderão turmas de educação infantil e fundamental e serão construídas nos bairros Cidade Alta, Jardim das Primaveras e Camping Clube (duas unidades).

Só Notícias/Herbert de Souza (foto: Só Notícias/arquivo)

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  VÍDEO: Armado com um facão e uma marreta, um idoso de 74 anos precisou ser contido com "Balas de Borracha" pela Polícia Militar, na região de Rio Doce, Minas Gerais. Ele saiu de casa armado para "Acertar as Contas" com um vizinho.

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA