MATO GROSSO
Projeto de grupo de corrida com servidores retoma nesta quinta-feira (28)
MATO GROSSO
A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) retomará nesta quinta-feira (28) o projeto Vou Correr. A atividade integra o programa Vida Saudável, que tem como objetivo fomentar a saúde e a qualidade de vida no serviço público. Por meio do programa, idealizado e executado pela Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas da pasta, uma série de ações voltadas para os cuidados com a saúde física e mental dos servidores do Executivo estadual são realizadas semanalmente.
Além do Vou Correr, que ocorrerá sempre as quintas-feiras, a partir das 17h, também são promovidos os projetos Pesagem Mensal, que consiste em auxiliar os servidores no automonitoramento do peso; Ativa Servidores, que objetiva ensinar fundamentos básicos de vôlei e futsal; e as práticas online 5 Minutos de Mindfulness, Treino Funcional e Ginástica Laboral. Nos próximos meses, o crossfuncional, que é uma atividade de condicionamento físico, também passará a compor o programa.
Inicialmente, o Vou Correr terá como público-alvo os servidores da Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc), da Controladoria Geral do Estado (CGE-MT), da Casa Civil, da Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI), bem como da autarquia Mato Grosso Previdência (MTPrev) e da própria Seplag, devendo ser estendido aos demais órgãos e entidades durante a execução do projeto.
“Todas essas ações têm como objetivo principal fomentar a cultura da atenção para temas relacionados à saúde do corpo e da mente, buscar a prevenção e o controle de doenças como hipertensão, diabetes e a obesidade, e estimular nos servidores o poder do hábito como estratégia para se alcançar o bem-estar”, comentou o titular da Seplag, Basílio Bezerra.
Para participar da ação não é necessário fazer inscrição. Os servidores interessados deverão entrar no grupo de WhatsApp criado exclusivamente para o Vou Correr. Para entrar basta clicar AQUI. A atividade será acompanhada pelo educador físico da Seplag, Valdecarlos Santos.
De acordo com o profissional, a corrida é um esporte acessível, que não exige muitos recursos e não tem muitas restrições, podendo ser praticada por pessoas obesas, hipertensas, diabéticas, entre outras.
“Além da redução de peso, principal motivo da procura, a corrida reduz o estresse, melhora a concentração, aumenta a autoestima, ajuda a controlar o colesterol, combate a depressão e melhora o sono”, acrescenta.
Mais informações sobre o projeto Vou Correr podem ser obtidas pelos telefones:
(65) 99222-9364 e (65) 3613-3721 / 3722 / 3727.
Supervisão de texto de Nayara Takahara.

MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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