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Sarau Literomusical 100+1 reúne artistas de Poxoréu na Academia Mato-grossense de Letras nesta quarta-feira (21)

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O Sarau Líteromusical 100+1 traz poesia, catira e roda de viola no encontro ‘Raízes & Letras’, que reúne uma comitiva de artistas de Poxoréu, nesta quarta-feira (21.06). Realizado pela Academia Mato-Grossense de Letras (AML) em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o evento de literatura, dança e música está em sua 6ª edição.

“Estamos trazendo para a Academia um grupo de 15 artistas de Poxoréu, que têm o que mostrar e sabem como fazê-lo. A entrada é gratuita e o sarau é aberto a todos. É uma oportunidade para o público conhecer mais sobre as artes que nascem e habitam a famosa cidade mato-grossense “, destaca Sueli Batista, presidente da AML.

As atividades começam no período vespertino, a partir das 15h, estendendo-se até a noite, por volta das 21h.

O poeta, escritor e compositor poxorense, Gaudêncio Filho Rosa de Amorim, abre a programação com a oficina de poesia ‘A arte de declamar’. Às 17h acontece o talk-show ‘Papo Cabeça’, em que Gaudêncio acompanha as declamadoras de poesia Geovana Gomes Xavier, de 16 anos, e Gabrielly Macêdo Cardoso, de 14 anos, também naturais de Poxoréu.

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A partir das 19h30, o grupo ‘Os Diamantes’ faz apresentações de catira, dança popular coletiva do folclore brasileiro, também chamada de cateretê. Composto por oito catireiros, o grupo criado em 2015 remete, em seu nome, à história do município, marcado pelos achados diamantíferos.

Em seguida, as duplas de violeiros, Ferreirinha e Joari e Pâmella Viola e Karoline, apresentam a musicalidade da cultura caipira tradicional. Por meio dos talentos das duplas poxorenses, a roda de viola mostra um pouco da expressão cultural do município que realiza o maior Encontro de Violeiros do Brasil.

Com entrada gratuita, o Sarau Líteromusical 100+1 é realizado na sede da AML, localizada Casa Barão de Melgaço, em Cuiabá. O evento pode ser acompanhado presencialmente ou pelo canal de youtube da Academia Mato-grossense de Letras (aqui).

Somente a participação na oficina ‘A arte de declamar’ requer inscrição prévia, que deve ser feita pelos celulares (65) 9 8412 9090 (Zilda Carracedo) e (65) 9 9227 6215 (Ronaldo Silva), via WhatsApp.

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SERVIÇO
6º Sarau Literomusical 100+1 – Raízes & Letras

Data: Quarta-feira (21.06)
Horário: Das 15h às 21h
Local: Academia Mato-grossense de Letras, rua Barão de Melgaço, 3869 – Cuiabá/MT
Evento gratuito

(Com informaçoes da assessoria Academia Mato-Grossense de Letras)

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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