MATO GROSSO
Sinop: prefeitura aplicará R$ 2 milhões para compra de medicamentos
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A gestão municipal irá definir, dia 15 deste mês, a empresa que será contratada para fornecer remédios às Unidades Básicas de Saúde, Unidades de Média e Alta Complexidade, Centro de Apoio Psicossocial e serviços judiciais, visando o reabastecimento dos estoques e distribuição a pacientes.
O fornecimento dos remédios deverá ocorrer de forma parcelada, com prazos de até 15 após o envio da solicitação. O processo licitatório, que ocorrerá no formato de pregão eletrônico, é estimado em R$ 2 milhões.
Para as UBSs e MACs serão destinados R$ 826 mil, na compra de cinco mil ampolas de cetoprofeno, duas mil bisnagas de colagenase, 500 frascos de cloreto de sódio, três mil ampolas de diclofenato, 10 mil ampolas de escopolamina, 70 mil comprimidos de glimepirida, 90 mil comprimidos de losartana potássica, 100 frascos de metronizadol, entre outros.
Já no CAPS são previstos R$ 958 mil para aquisição de 1,5 mil comprimidos de bromazepan, dois mil comprimidos de carbamazepina, 250 mil comprimidos clonazepam, dois mil de dissulfiram, 2,8 mil cápsulas de liberação controlada com duloxetina, dois mil frascos de levomepromazina, 40 mil de oxcarbazepina, 7,6 mil cápsulas de pregabalina, 30 mil drageas de tioridaniza e mais.
Quanto ao judicial serão R$ 465 mil disponibilizados para 40 mil comprimidos de blacofeno, 80 bisnagas de dexpantenol, 1,2 mil saches de glicosamina, 17,2 mil cápsulas de micofenolato de mofetila, 100 fascos de periciazina, 3,5 mil comprimidos de pinus pinaster, 600 comprimidos de ramipiril, 1,2 mil unidades de silimarina, 1,2 mil drágeas de suplementos de vitaminas e minerais e outros citados no edital.
Só Notícias/Guilherme Araújo (foto: assessoria)
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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