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Usuários fecham avenida e protestam por falta de ônibus em VG

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Usuários do transporte público de Várzea Grande fecharam a rodovia Mário Andreazza, próximo ao posto Papito, na noite desta quarta-feira (23), como ato de protesto contra a falta de ônibus para atender a população da região. O protesto dos moradores é contra a empresa União Transportes, responsável pelo transporte intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande. 

Vídeos que registraram o protesto circularam pelas redes sociais. Nas imagens, alguns passageiros gritaram palavras de ordem contra a empresa que presta serviço de transporte público. “Fora União Transporte!”. “Chega! Não aguentamos mais!”, eram alguns dos gritos. 

Durante ação, vários carros parados em fileira na avenida, buzinavam pedindo a desobstrução da via, mas os passageiros continuavam em protesto. Os usuários alegam ônibus lotados, poucos veículos que não suportam a demanda, demora no horário de atendimento, estrutura precária e outros fatores.

“A gente aqui de Várzea Grande sempre pega a linha 80, porém essa linha tem pouquíssimos ônibus, o 08-A passa de quarenta em quarenta minutos. O nosso ônibus passou lotado, isso tem acontecimento frequentemente”, afirmou outro passageiro, que não quis se identificar. 

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VÍDEOS:

Vídeo 01

Vídeo 02

Vídeo 03

Vídeo 04

FONTE/REPOST: Leticia Kathucia – FOLHAMAX

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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