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Seminário debate experiências e soluções no combate ao roubo de cargas no estado

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A Polícia Civil participou nesta semana, em Rondonópolis, de um seminário promovido pela Associação Nacional das Empresas de Transporte de Cargas para debater experiências e buscas soluções para reduzir os crimes de roubo, furto e adulteração da cadeia de fertilizantes.

De acordo com a associação, os fertilizantes respondem por aproximadamente 40% dos custos dos agricultores, produtos que tem custo afetado por questões internacionais, tornando-o ainda mais cobiçado por criminosos e oportunistas.

A Gerência de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil, que atua na investigação envolvendo roubos e furtos de cargas no estado participou do seminário. O delegado Gustavo Belão, que integra a equipe de investigação sobre roubo de cargas e produtos agrícolas, fez uma explanação com os números recentes no estado e as principais operações e resultados apurados realizadas pela GCCO nos últimos dois anos em Mato Grosso. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a Polícia Civil registrou 572 ocorrências de roubo, furto e saque de cargas no estado.

No ano passado, as investigações da GCCO para desbaratar grupos criminosos que atuam no furto de defensivos agrícolas em Mato Grosso resultaram em 19 toneladas de produtos apreendidos, parte deles de benzoato, defensivo de comercialização proibida no Brasil. A tecnologia e a inteligência, junto ao trabalho integrado, são fundamentais para que as polícias possam avançar na repressão qualificada a essas organizações criminosas.

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O trabalho de enfrentamento a esse tipo de crime é desenvolvido de forma integrada com outras unidades da Polícia Civil, em virtude da dimensão territorial de Mato Grosso, e também com instituições como a Polícia Rodoviária Federal e a cooperação de associações produtivas.

Fonte: PJC MT

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Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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