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Mauro diz que duplicação da BR-163 será o grande marco da sua gestão

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O governador Mauro Mendes (União) destacou os principais pontos positivos após o governo de Mato Grosso assumir a concessão da BR-163 e relatou que o maior marco do seu mandato será quando a ‘BR-163 for duplicada’.

Em conversa com à imprensa, o chefe do Executivo pontuou que está bem satisfeito com os trabalhos que vêm sendo realizados após o start das obras, entretanto, segue cobrando os responsáveis para entregar o quanto antes a obra.

“O maior marco do nosso mandato será quando a duplicação estiver pronta. Um marco de uma grande decisão que mostrou muita capacidade do governo em articular, conversar. Vencemos obstáculos que pareciam, pra grande maioria, impossível de ser vencido”, destacou Mendes.

Mauro relatou que esteve no município de Sorriso, nessa sexta-feira (19), e até as críticas recebidas são frutos do trabalho realizado, citando como exemplo o modo siga e pare, na BR-163.

“As obras de requalificação já iniciaram, nos cincos trechos. Estive em Sorriso e recebi vários elogios. Criticas ‘pequenininhas’ mas elogios ‘grandões’. Está cheio de siga e pare, está demorando mais para ir pra Cuiabá, entretanto, é um problema bom. É isso já obras que estão acontecendo”, relatou

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O governador destacou que a licitação da duplicação já foi publicada e aguarda os trâmites finais.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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