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Articulação da primeira-dama de MT garante alimentos e cobertores para indígenas xavantes em Campinápolis

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Articulação da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, garantiu a entrega de 900 cestas de produtos alimentícios e kits de higiene e limpeza e de 300 cobertores a 47 aldeias indígenas da etnia Xavante, no Território Indígena Parabubure, no município de Campinápolis (550 quilômetros de Cuiabá).

A ação emergencial, que faz parte dos programas SER Família Indígena, SER Família Solidário e SER Família Aconchego, idealizados pela primeira-dama Virginia, foi realizada entre os dias 12 e 17 de junho, por equipes da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), da Superintendência de Assuntos Indígenas da Casa Civil, e da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf).

“As equipes da Setasc, Unaf, Superintendência de Assuntos Indígenas, com o apoio da Defesa Civil, estão cumprindo uma agenda de entrega que organizamos para atender as necessidades emergenciais nas aldeias. Graças ao apoio que temos do Governo de Mato Grosso, estamos conseguindo atender as demandas. Agradeço a todos que estão conosco nesta missão, todos os servidores e voluntários. Todos sabem do carinho enorme que tenho pelos nossos irmãos indígenas, e dar um pouco mais de conforto a eles é nossa missão”, disse Virginia Mendes.

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O superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil, Agnaldo Santos, destacou a importância da ação para garantir a segurança alimentar e sanitária dos indígenas e agradeceu o apoio do governador Mauro Mendes, do secretário da Casa Civil, Mauro Carvalho, da secretária da Setasc, Grasi Bugalho e, principalmente, da primeira-dama Virginia Mendes, que ele chamou de “madrinha dos povos indígenas”.

“Queremos agradecer à nossa madrinha dos povos indígenas, a primeira-dama Virginia Mendes, que sempre atende toda a comunidade indígena de Mato Grosso. Ela tem um carinho especial pelos nossos irmãos e irmãs indígenas e tem feito um trabalho exemplar na área social. Essa ação emergencial é mais uma prova do seu compromisso e sensibilidade com os povos originários”, agradeceu.

Segundo o líder indígena e vereador de Campinápolis, Geninho Tseredzapriwe, o governo estadual não tem medido esforços para ajudar a comunidade indígena. “Essa ação está ajudando muito a comunidade. As crianças, os jovens e, principalmente os anciãos, que nesse tempo de frio precisam desse cobertor. Só tenho a agradecer ao governador e à primeira-dama pelo trabalho que vêm desenvolvendo. Muito obrigado”, manifestou.

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O prefeito de Campinápolis, José Bueno Vilela, enfatizou que o apoio do Governo de Mato Grosso é importante para o município, onde os indígenas xavantes representam 56% da população.

“A gente sabe do carinho que a dona Virginia Mendes tem pelos povos indígenas, então vemos essas entregas como muito benéficas, pois vemos que são pessoas menos favorecidas, que têm dificuldades. Eu estou no município de Campinápolis há 22 anos e nunca vi essa atenção do Governo de Mato Grosso para os indígenas igual estamos vendo na administração do governador Mauro Mendes e da dona Virginia Mendes. A gente agradece, de coração”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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