Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Acidente entre carretas na BR-163 em Peixoto de Azevedo deixa um morto

Publicados

MATO GROSSO

A colisão envolvendo uma Volvo FH 540 e outra carreta, marca e modelo não confirmados, foi registrada, esta manhã, na rodovia federal em Peixoto de Azevedo, sentido a Terra Nova do Norte (197 e 154 quilômetros de Sinop, respectivamente). Um jovem, de 24 anos, não resistiu e morreu. A identidade ainda está sendo confirmada.

Um sargento do Corpo de Bombeiros de Guarantã do Norte (233 quilômetros de Sinop) informou, ao Só Notícias, que a vítima ficou presa às ferragens, foi feito desencarceramento, chegou a ser socorrida ao hospital, mas não resistiu e morreu. Os condutores das carretas não sofreram ferimentos.

A versão apontada inicialmente e, que ainda será investigada, é que os veículos seguiam no mesmo sentido, sendo que a Volvo estava a frente, e a outra carreta colidiu na traseira, ficando com a cabine completamente destruída.

Para atendimento à ocorrência, foram deslocados três militares de Guarantã e a ação também contou com apoio de outros dois que estavam na região.

A rodovia chegou a ficar algumas horas interditada para retirada das carretas, que ficaram na pista. As circunstâncias e responsabilidades ainda serão investigadas.

Leia Também:  Seduc lança página digital que facilita acesso ao conteúdo das aulas de Inglês

O corpo do jovem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames de necropsia e reconhecimento oficial.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Deputada do PT tomou 2ª dose antecipada após pedido a Emanuel

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA