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Indea intensifica fiscalização de trânsito de pescado na Semana Santa

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O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) intensificou em todo o Estado as fiscalizações volantes em entradas de acesso municipais a fim de monitorar o trânsito de cargas de pescado durante a Semana Santa, marcada tradicionalmente pelo aumento do consumo de peixe.

A medida é preventiva e tem como objetivo principal averiguar se a carga respeita as boas práticas sanitárias e se possui documentação sanitária, como Guia de Transito Animal (GTA) e nota fiscal.

Nas barreiras volantes, os fiscais e agentes fiscais do Indea irão averiguar ainda o acondicionamento do pescado. Cargas em desacordo estarão sujeitas a penalidades previstas em lei, como apreensão, destruição ou retorno a origem.

A sugestão dos servidores do Indea para quem for comprar peixe nessa época é de que opte por locais cujo pescado tenha certificação, advindos de indústrias com inspeção oficial.

Dicas de compra de pescado
Cheiro, textura e cor são algumas das características que precisam ser observadas na hora de escolher os pescados. Também é importante se atentar para os olhos dos pescados, que devem estar salientes e brilhantes. As escamas devem estar bem firmes e úmidas junto ao corpo. Aderente também precisa estar a carne aos ossos e cartilagens.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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