MATO GROSSO
Riva, Bosaipo e outros quatro réus devem devolver R$ 45 milhões aos cofres públicos
MATO GROSSO
A juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ações Coletivas, determinou que o ex-deputado José Geraldo Riva, o ex-conselheiro do TCE e ex-deputado Humberto Bosaipo, e outros quatro réus, paguem cerca de R$ 45 milhões, referentes ao ressarcimento dos danos causados no esquema da “máfia das gráficas”. Caso o pagamento não seja feito será aplicada multa de 10% sobre o valor.
A decisão foi publicada no Diário de Justiça desta segunda-feira (13). A magistrada intimou José Geraldo Riva, Humberto Melo Bosaipo, Geraldo Lauro, Guilherme Garcia, Joel Quirino e José Quirino para que, no prazo de 15 dias, paguem o valor do débito referente ao ressarcimento do dano, no valor total de R$ 44.999.725,83.
Consta na decisão que os réus foram no cadastro nacional de condenações cíveis por ato de improbidade administrativa. A juíza ainda determinou que “decorrido o prazo sem pagamento, haverá incidência de multa de 10% sobre o referido valor e a expedição de mandado de penhora e avaliação”. Ela também deferiu o pedido para habilitação do espolio de Nivaldo de Araújo.
O caso
O esquema teria desviado valor milionário da Assembleia Legislativa de Mato Groso (ALMT), por meio de fraudes em licitação para aquisição de materiais gráficos, no ano de 2012.
De acordo com a ação, o então presidente ALMT José Riva ordenava a realização do esquema, por meio de licitação. Em seguida, o então secretário-geral, Luiz Márcio Pommot, coordenava o suposto esquema, que era operado por Jorge Luiz Defanti, proprietário da Gráfica e Editora Defanti.
Era Defanti, segundo o Ministério Público, quem definia os futuros vencedores de cada lote do pregão, a partir de propostas de preços pré-determinadas, junto a outros empresários do ramo.
O próximo passo, segundo a ação por improbidade do MP, era o recebimento do dinheiro. As notas fiscais eram pagas integralmente, mesmo sem os serviços terem sido prestados. Do dinheiro recebido, os empresários devolviam ao então deputado Riva 75% do valor e ficavam com os 25% restantes.
FONTE/ REPOST: VINICIUS MENDES – OLHAR JURÍDICO
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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