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“Depois de 30 anos, finalmente tenho a escritura da minha casa”, diz morador de Campo Novo do Parecis

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Em Campo Novo do Parecis, 73 moradores do Bairro Boa Esperança, um dos mais antigos da cidade, receberam nessa quinta-feira (31.08) escrituras definitivas de imóveis concedidas pelo Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). Alguns deles aguardavam pelos títulos há cerca de 30 anos.

Trabalhador de uma usina de cana de açúcar e álcool, José Lustosa da Silva, que se mudou do Maranhão para Mato Grosso em 1994, foi um dos beneficiados.

“O documento é muito importante porque garante que a casa é minha agora. O que o Governo está fazendo junto com a prefeitura é muito importante, porque muitas pessoas não têm condições de arcar com esse documento. Deram essa oportunidade para a gente”, ressaltou.

Quando chegou em Campo Novo, Márcio ganhou um terreno no bairro Boa Esperança, onde construiu a sua casa, e esse é o primeiro imóvel que tem em seu nome.

A segurança de ter o documento oficial de propriedade emocionou o taxista Valmor Simoni, ao citar a importância para ele de deixar uma escritura para os filhos.

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“Agora eu sei que se eu faltar amanhã os meus filhos terão um documento garantindo que a casa é deles. Então, tenho muito a agradecer ao governador por esse trabalho”, disse.

Ter os imóveis regularizados garante a organização do município, que tem um dos maiores PIB per capita do Estado, como destacou o prefeito Roberto Machado.

“Campo Novo do Parecis vai completar 35 anos de emancipação política, e é considerada ‘uma cidade jovem’, por isso, a importância desse trabalho de regularizar as titulações, desenvolvido pelo Governo do Estado. A cidade vive um bom momento de expansão imobiliária e é importante ter essa organização, com isso, sabemos que no futuro não teremos problemas”, enfatizou.

No município faltam regularizar cerca de 800 imóvies e a previsão é que isso aconteça até o próximo ano.

Campo Novo do Parecis é um dos 17 municípios mato-grossenses percorridos pelo Intermat, nesta semana, para entrega de escrituras definitivas pelo programa Semana Solo Seguro, realizado em parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

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O mutirão começou na terça-feira (29.08) e termina nesta sexta-feira (1°.09), com entregas em Cuiabá, Santo Afonso, Apiacás e Nova Xavantina.

“São quatro dias de trabalho intenso para entregar as escrituras definitivas em Cuiabá, Várzea Grande e 15 municípios do interior do Estado. Com parceria com o TJMT, os cartórios se dedicaram a cumprir essa missão”, afirmou o presidente do Intermat, Francisco Serafim.

Esse trabalho é feito também em parceria com a MT Participações e Projetos (MT PAR), que faz o cadastramento dos moradores.

“É uma parceria entre MT Par, Intermat e os consórcios. É uma determinação do governador Mauro Mendes que a gente unisse forças para fazer a regularização fundiária urbana. O cadastramento é feito nos municípios e o título é mandado para os cartórios, sem nenhum custo à população”, explicou o presidente da MT Par, Wener Santos.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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