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Guerra mostra relevância da indústria do ouro de MT

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Quem assiste os noticiários deve ter se deparado com um indicador econômico ainda pouco conhecido pela sua relevância. Ao passo em que houve a eclosão da guerra entre Rússia e Ucrânia, o ouro ganhou destaque como indicador de aditivo econômico, trazendo à tona a importância do mineral como “commodity de crise” e, consequentemente, os impactos econômicos positivos que sua indústria acarreta.

Historicamente, o ouro é canalizado como excelente aditivo e que garante proteção aos investidores, principalmente em momentos de crise tanto no mercado financeiro, como na geopolítica, que é justamente o que ocorre agora. Com a instabilidade por conta dos conflitos no leste europeu, o indicador do preço do mineral, chamado onça-troy, chegou a superar em alguns momentos em março a marca de US$ 2 mil.

Esses fatos podem parecer distantes da realidade do cidadão comum, porém, trazem muito impacto para a sociedade. O Brasil e, mais regionalmente, Mato Grosso são historicamente grandes produtores de ouro e são beneficiados em situações de maior demanda pela sua produção e valorização. A indústria gera impostos milionários que, ao serem recolhidos pelos Governos Federal e Estadual, são investidos na população.

Para se ter ideia, em 2021, Mato Grosso foi o terceiro maior arrecadador da Contribuição Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), gerando R$ 71.3 milhões em tributos. E esse valor, de acordo com a legislação, é destinado em sua grande parte para os municípios, em 65%. No estado, Peixoto de Azevedo, Poconé e Pontes e Lacerda, municípios líderes da produção, compreenderam juntos R$ 25 milhões.

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São altos valores e que podem ser investidos em setores como educação, saúde, e muito mais. “Mato Grosso é um estado que surgiu junto à mineração e temos aqui municípios que vivem economicamente com apoio nesse setor. Então, a valorização do ouro, não é algo que impacta somente empresas, mas sim todo cidadão”, pontua o diretor da Fênix DTVM, Pedro Eugenio Gomes Procópio da Silva.

De acordo com informações do Ministério da Economia, a arrecadação de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) provenientes da comercialização de ouro em Mato Grosso somente no ano de 2021, foi de R$ 9.4 milhões. Os valores deste tributo são distribuídos também em sua grande parte, diretamente para o município, em 70%. O restante de 30% fica a cargo do Governo do Estado. 

“E estamos falando no âmbito de impostos que essa cadeia gera, mas há muito mais. São milhares de empregos gerados de forma direta e indireta pelo setor da mineração. A cadeia produtiva envolve muito mais setores, como o de combustíveis, energia elétrica, aço, bens de consumo em geral. O Brasil hoje, de forma geral, conta muito com o setor”, pontua Pedro Eugenio. 

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MINERAÇÃO

A cadeia de exploração do ouro faz parte da indústria da mineração, que no Brasil, tem alcançado patamares significativos. Em 2021, a venda de minérios correspondeu a 21% de todas as exportações brasileiras, sendo que destes, em específico ao ouro, coube a fatia de 9%. Neste mesmo ano, o Brasil enviou aos compradores mais de cem toneladas do mineral, representando em valores, um total de US$ 5.3 bilhões. 

De forma geral, o setor tem registrado um crescimento ascendente, viabilizando um importante valor em impostos recolhidos. Para se ter noção, a arrecadação do CFEM aumentou em 17% de 2020 para 2021. “Adventos como a pandemia e a guerra trazem essa maior demanda pelo ouro. Mas já temos observado nos últimos anos que o setor tem uma expansão estabelecida”, disse Pedro Eugenio Gomes Procópio da Silva.

Dados do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), revelam que o saldo das exportações do setor mineral no Brasil foi de quase RS$ 49 bilhões. No panorama geral Minas Gerais foi o estado que apresentou maior crescimento no faturamento em 2021, 87%. Em seguida, está a Bahia, com 65% de aumento, Pará, com 51%, Goiás, com 36%, Mato Grosso, com 35% e São Paulo, com 28%.

FONTE/ REPOST: REDAÇÃO FOLHAMAX 

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Botijão de gás fica mais barato para as distribuidoras a partir deste sábado

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O preço do gás de botijão ficou mais barato para as distribuidoras a partir deste sábado (9).

A Petrobras anunciou na sexta-feira (8) a redução do preço médio de venda do GLP, que passou de R$ 4,48 para R$ 4,23 por kg, o equivalente a R$ 54,94 por 13kg. Com isso, a redução média deve ser de R$ 3,27 por 13 kg, ou de 5,58%.

O botijão de 13 kg custa R$ 113,54, em média, no país, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) feita entre 3 e 9 de abril.

Último reajuste

 

O último reajuste no preço do gás tinha sido feito no dia 11 de março. Na ocasião, o preço médio de venda do GLP às distribuidoras foi reajustado em 16,1%, passando de R$ 3,86 para R$ 4,48 por kg, equivalente a R$ 58,21 por 13kg.

Dados do IBGE mostram que, nos 12 meses até março, o preço do gás de cozinha para o consumidor final acumulou alta de 29,56%.

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FONTE/ REPOST: G1
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